PROGRAMA DE VOLUNTARIADO


Muito havia a fazer ...

.... tem sido feito.

Ainda há muito a fazer...

... queremos fazê-lo juntos.

Seja voluntário da Laramara!

Procedimentos:

• Marque uma visita monitorada;
• Após a visita preencha a ficha de interesse na recepção;
• Aguarde nosso contato.

Perfil do nosso voluntário:
Os candidatos à vaga devem ser atuantes, criativos, responsáveis, comunicativos e com senso de liderança.

• estudantes no ensino médio, sob supervisão da escola onde estuda;
• estudantes universitários;
• profissionais de qualquer área;
• pessoas sem formação, mas com interesse e disposição para atuar como voluntário.


Atuais necessidades:

• Arte educador;
• Professor de inglês;
• Professor de Português;
• Professor de informática;
• Estudantes universitários.


Horário:

• 2ª à 6ª feira das 08:00 às 18:00.
• 4 horas por semana.


Visitas:
3ª e 5ª às 14:00;
Agendar no tel.: 3660-6405 c/ Antônio Carlos Barqueiro.


Coordenação do Voluntariado:
Anderson Almeida Batista

Conheça as áreas de atuação do voluntário:


Centro de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente


• Apoio e orientação à mãe na relação com o bebê especial;
• Oferecer suporte ao profissional no atendimento ao bebês;
• Organizar as salas de atendimento e apoiar o profissional nas avaliações.


O brinquedo e o brincar, são as principais ferramentas de nosso trabalho.
• Apoiar o brinquedista na mediação das atividades;
• Colaborar na manutenção da organização do espaço;

• Organizar, cadastrar e conservar os brinquedos e materiais pedagógicos;
• Apoiar o profissional nas brincadeiras corporais;
• Facilitar a integração entre as crianças;
• Colaborar sob orientação do profissional nas atividades dentro da piscina;
• Auxiliar na chegada e saída das crianças.


Cantinho da Leitura

• O faz de conta em favor da alegria e ampliação do universo;
• Contar estórias, promovendo o entretenimento das crianças.


Instilação de colírio

• Colaborar no pré-atendimento do setor oftalmológico (colírio, brincadeiras);
• Contar estórias humanizando o setor clínico.


• Manutenção da organização dos prontuários;
• Arquivar, localizar e encaminhar aos diversos setores de atendimento;
• Organizar as salas de atendimento e apoiar o profissional nas avaliações;



Tradução de texto

• Tradução de textos científicos, técnicos e didáticos para uso de pais, profissionais e estudantes.


Transcrição do braile

• Adoção de um estudante, proporcionando a ele o acesso a materiais pedagógicos e didáticos através da transcrição para o Braille.

Acervo e audioteca braile

• Colaborar na organizar do acervo Braille e empréstimo de livros, CD’s e fitas cassete.

Centro de Estudos Natalie Barraga

• Acervo de literatura e vídeos técnicos para pesquisa;
• Catalogar as obras disponíveis;
• Controlar empréstimo e devolução de livros.


Confecção de materiais pedagógicos

• Confeccionar, sob orientação, os brinquedos adaptados, produzidos na Associação.


Atividades externas

• A inclusão social através das atividades culturais, lazer e entretenimento;
• Monitoramento de recreação, exposição e passeios.


Programa de Expressão Artística

• Oficinas de pintura e modelagem;
• Um exercício de criatividade na exploração das cores e formas;
• Auxiliar os arte-educadores na realização e dinâmica das oficinas.

Centro de Tecnologia Adaptada

• Ajudar na montagem de peças em papelão alta densidade para crianças com necessidades especiais.

Atualização de cadastro

• Atualizar e organizar os diferentes tipos cadastros da instituição: empresas, pessoas físicas, imprensa, etc.


Eventos

• Suporte no atendimento às solicitações dos diversos setores;
• Realização de bazares e eventos beneficentes;
• Atuação em recepção e stands de eventos onde Laramara estiver participando;
• Suporte para demanda interna de doações.

Captação de recursos

• Levantamento de fundações e órgãos nacionais e internacionais que oferecem apoio financeiro à ONG’s;
• Levantamento de dados de empresas que tem programas de responsabilidade social.


Administração

• Assessoria nas áreas jurídica, fiscal e leis de incentivo fiscal.


Recepção

• Suporte ao serviço de recepção, acolhendo e orientando os que buscam informações, contribuindo para seu adequado encaminhamento.


O QUE FAZER DIANTE DE UM DEFICIENTE VISUAL

Ofereça sua ajuda sempre que parecer necessitar, mas não ajude sem que ele concorde. Sempre pergunte antes de agir. Se não souber em que e como ajudar peça explicação de como fazê-lo.

Para guiar uma pessoa cega, ela deve segurar-lhe pelo braço, de preferência no cotovelo ou no ombro. Não a pegue pelo braço: além de perigoso, isso pode assustá-la. A medida que encontrar degraus, meios fios e outros obstáculos oriente-a.

Ao sair de uma sala, informe o (a): é desagradável para qualquer pessoa falar para o vazio. Não evite palavras como “cego” , “olhar” ou “ver”: os (as) cegos (as) também usam.

Ao explicar direções para uma pessoa cega, seja mais claro e específico possível. Não se esqueça de indicar os obstáculos que existem no caminho que ela vai seguir. Como algumas pessoas cegas não tem memória visual, não se esqueça de indicar as distâncias em metros ( por exemplo “ uns vinte metros para frente).

Ao guiar um (a) cego (a) para uma cadeira, guie a sua mão para o encosto da cadeira, e informe se a cadeira tem braços ou não. Num restaurante é de boa educação que você leia o cardápio e os preços.

Uma pessoa cega é como você, só que não enxerga: trate-a com o mesmo respeito que você trata uma pessoa que enxerga.

Quando você estiver em contato social ou trabalhando com pessoas portadoras de deficiência visual, não pense que a cegueira possa vir a ser problema e, por isso, nunca as exclua de participar plenamente, nem procure minimizar tal participação. Deixe que decidam como participar.

Quando são pessoas com visão subnormal (alguém com sérias dificuldades visuais), proceda com o mesmo respeito, perguntando-lhe se precisa de ajuda, quando notar que ela está em dificuldade.


Para saber mais sobre o trabalho voluntário.
Alguns toques interessantes !


1. Todos podem ser voluntários
Não é só quem é especialista em alguma coisa que pode ser voluntário. Todas as pessoas capacidades, habilidades e dons. O que cada um faz bem pode fazer bem a alguém.

2. Voluntariado é uma relação humana, rica e solidária
Não é uma atividade fria, racional e impessoal. É relação de pessoa a pessoa, oportunidade de se fazer amigos, viver novas experiências, conhecer outras realidades.

3. Trabalho voluntário é uma via de mão dupla
O voluntário doa sua energia e criatividade mas ganha em troca contato humano, convivência com pessoas diferentes, oportunidade de aprender coisas novas, satisfação de se sentir útil.

4. Voluntariado é ação
Não é preciso pedir licença a ninguém antes de começar a agir. Quem quer, vai e faz.

5. Voluntariado é escolha
Não há hierarquia de prioridades. As formas de ação são tão variadas quanto as necessidades da comunidade e a criatividade do voluntário.

6. Cada um é voluntário a seu modo
Não há fórmulas nem modelos a serem seguidos. Alguns voluntários são capazes, por si mesmos, de olhar em volta, arregaçar as mangas e agir. Outros preferem atuar em grupo, juntando os vizinhos, amigos ou colegas de trabalho. Por vezes é uma instituição inteira que se mobiliza, seja ela um clube de serviços, uma igreja, uma entidade beneficente ou uma empresa.

7. Voluntariado é compromisso
Cada um contribui na medida de suas possibilidades mas cada compromisso assumido é para ser cumprido. Uns têm mais tempo livre, outros só dispõem de algumas poucas horas por semana. Alguns sabem exatamente onde ou com quem querem trabalhar. Outros estão prontos a ajudar no que for preciso, onde a necessidade é mais urgente.

8. Voluntariado é uma ação duradoura e com qualidade
Sua função não é de tapar buracos e compensar carências. A ação voluntária contribui para ajudar pessoas em dificuldade, resolver problemas, melhorar a qualidade de vida da comunidade.

9. Voluntariado é uma ferramenta de inclusão social
Todos têm o direito de ser voluntários. As energias, recursos e competências de crianças, jovens, pessoas portadoras de deficiência, idosos e aposentados podem e devem ser mobilizadas.

10. Voluntariado é um hábito do coração e uma virtude cívica
É algo que vem de dentro da gente e faz bem aos outros. No voluntariado todos ganham: o voluntário, aquele com quem o voluntário trabalha, a comunidade.

A Legislação sobre o Trabalho Voluntário


Lei nº 9.608, de 18 de fevereiro de 1998
(Publicada no Diário Oficial da União de 19 de fevereiro de 1998)

Lei do Serviço Voluntário
Dispõe sobre o serviço voluntário e dá outras providências.

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Artigo 1º - Considera-se serviço voluntário, para fins desta Lei, a atividade não remunerada, prestada por pessoa física a entidade pública de qualquer natureza ou instituição privada de fins não lucrativos, que tenha objetivos cívicos, culturais, educacionais, científicos, recreativos ou de assistência social, inclusive, mutualidade.
Parágrafo único - O serviço voluntário não gera vínculo empregatício nem obrigação de natureza trabalhista, previdenciária ou afim.

Artigo 2º - O serviço voluntário será exercido mediante a celebração de termo de adesão entre a entidade, pública ou privada, e o prestador do serviço voluntário, dele devendo constar o objeto e as condições do seu exercício.

Artigo 3º - O prestador do serviço voluntário poderá ser ressarcido pelas despesas que comprovadamente realizar no desempenho das atividades voluntárias.
Parágrafo único - As despesas a serem ressarcidas deverão estar expressamente autorizadas pela entidade a que for prestado o serviço voluntário.

Artigo 4º - Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Artigo 5º - Revogam-se as disposições em contrário.

Brasília, 18 de fevereiro de 1998; 117 da Independência e 110 da República

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Paulo Paiva